Pin-Up, sailor girl & the queen


As “Sailor Girls” são um dos tipos mais populares de Pin Ups.  Elas denotam aquele ar de “protecção” e de carisma sensual que os combatentes da Segunda Guerra Mundial tinham como “incentivo” em tempos remotos e de caos. As cores das “fardas” Sailor são tons de azul, vermelho, branco e preto. Muitas listas e elementos náuticos, como âncoras, cordas e patentes de cargos, lenços amarrados no pescoço e a fazerem a famosa “continência”.
A popularidade era tanta que o próprio governo americano começa a utiliza-las, no intuito de aproximar o seu povo de seus ideais. É então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos soldados. Alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da marinha americana. De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de deusa guerreira e acaba personificando a mulher americana - segura de si e audaciosa. Cartazes militares a recrutar soldados e imagens de pin-ups vestidas com roupas, motivos militares e patriotas passam a ser comuns entre os jovens americanos.



Bettie Page- a rainha pin-up
Morreu no dia 11 de Dezembro de 2008, já não era mais a BETTIE PAGE, mas um senhora de 85 anos que se mantinha sozinha e afastada das atenções desde a época do seu auge de actriz e modelo máximo do imaginário masculino, a representante máxima, a criadora total das pin-ups modernas na década de cinquenta, quando então provocou verdadeiros terramotos, quebrou tradições, arregaçou morais, inventou (ou foi inventada por) novos caminhos.  
Ao que sei, era uma senhora simples e simpática que não se recusava a dar entrevistas, mas desde que não se tirassem fotos. Sempre consciente da força de sua imagem, não queria que ela quebrasse por conta da sua idade. E portanto, mesmo não sendo A Bettie Page dos anos 50, continuou pin-up até o fim.

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