Comportamento estranho

Numa fase bastante apertada, quando a esperança é pouca e o orgulho não basta para andar feliz, é quando se destacam os lutadores por natureza. Aparecem do meio da multidão e sem pedir licença avançam sem medo.
Tem sido assim, orgulhosos do que somos e do que somos capaz de fazer, bravuras de exemplo escorrem no sangue aquando nos é missão dada.
Já fiz aqui críticas a gente de ombros pesados, boas e más críticas, algumas severas e outras construtivas, a verdade é que vou continuar a fazer, por dentro ou por fora. Quero relembrar o ditado que “…uma vez, … para sempre”.
Popas: “- Como a malta anda cá para outros poderem andar por lá, vamos lá inventar mais um dia para por estes gajos a trabalhar!
Inventa-se um dia que seja remunerativo, faz-se uns almoços e pede-se dinheiro à malta! Ganhamos nós e outros, ficamos de forma geral todos contentes… O importante é os velhos do Restelo andarem de barriga inchada, falam menos de boca cheia e com o tempo da digestão ainda podemos nós desfrutar de algumas regalias.”
Apesar de eu saber como tudo funciona, gosto sempre que me dêem palmadinhas nas costas! Algumas palavras de conforto e uns prémios de recompensa… sou quase como eles, porque eu sou dos que “mamam a bucha” e eles “mamam o bolo”.
O tal dia que foi inventado o ano passado, foi um sucesso. O dia neste ano, ainda mais o foi… sucessos atrás de sucessos, nem sei como é possível ainda jogarmos na 3ª divisão!
No ano passado não tive a privilégio de lá estar, mas este ano vivi bem aquilo, fogo fantástico!
Comecei logo bem, ouvi histórias da maternidade que me afugentaram logo a vontade de passar por aquela unidade…
Mas estranho mesmo, foi o facto de ter levado com aulas de história do meu querido Portugal quando estava impedido de me mexer, ao sol e a destilar à horas! Epah, não poderiam ter feito aquilo à sombra de uma árvore?
Mas logo depois, foi para meu espanto o ponto alto do dia, o grande Popas subiu ao céu na minha consideração! Até parecia que já me tinha lido o blog, ou ele ou algum “engraxador”, desculpem a expressão, eu queria dizer conselheiro!
Deitou para fora algumas palavras fortes de quem parecia ter uma boina azul (e tem mas não é ferrete), simplesmente falou directo, objectivo como se falasse apenas para mim, disse o ponto em que estamos, usando todas as letras, valorizou quem cá anda e ainda fez lembrar que quem sai é porque não merece cá andar!
Tufa, vai buscar… Pensei eu!

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