Literatura filosófica à desgarrada

Quantas vezes perguntaste o que és e o que andas cá a fazer?

Sinceramente não te sei responder, mas sei dar o meu lado visionário.
Tento ver as coisas pelo positivo.
Na minha cabeça estou a escrever um livro, algo já com muita história, que fica gravada nas memórias de quem me conhece.
Apesar de já ter referido, é na história que gostava de viver para sempre por algo bom! Ir à lua por exemplo.
Sei perfeitamente que nada o posso fazer, além de cada novo dia escrever uma nova página!
Nisso sou rico, muito rascunho e muita palavra bonita e quando for velhinho, sentado na cadeira frente aos meus netos irei certamente lembrar-me de alguma página mais bela! Rouco e baixinho, sem afastar a  atenção, citarei o que nela escrevi.
Somos escravos do destino, todos querem viver tudo enquanto somos jovens mas esquecem que sortudo é a quem velho chegar.

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