Primavera hormonal de quem tu erradamente julgas, o lobo mau.

Exigir serviço de mesa em cabana de pescador, leva à exaustão até mesmo quem tem amor.
Tenho visto tanta gente ao qual me pareceu terem feito essa requisição.
É difícil compreender, na época em que os pássaros voltam aos nossos ninhos, era mais provável que depois da guerra se juntassem famílias em casas de carinho a matar saudade.

Cheira-me a lobo mau na história.

Aqui cheguei em palavras escritas, a sorrir na resposta e reflectindo o que ditava.
Colando peças de puzzle, separando as erradas.

Acho que vi o lobo mau.

Saindo de gatas, ainda com a pulga do dia anterior, por entre pinheiros em curva e contra curva, cheguei ao meu cantinho. Recheado de orgulho, aquele que nunca me será roubado, sento-me.
Procuro-te no pensamento, deito-me sem teu vestígio, deixando o fato pronto para a gala do dia que já nasceu.

Era a princesa.

Na gala vi passar o motard, solitário por culpa dela. E ela lá... com o amante do castelo de oiro.
Corrupta por natureza, aquela que também nos deixou nascer.
Nascer, crescer e morrer um dia... que nesse dia sejam ditas palavras de espanto "ele está vivo!!!".

Era o lobo mau e a princesa.

Esta história é ficção, as princesas não existem! ... e o lobo mau também não!

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