história de anjos

No meio de muitas conversas foi me contada uma história, a que vou passar a seguir.
Muito possivelmente, além dos limites da imaginação, foi um anjo que a fez chegar.
E parei no tempo... muita coisa questionável girou no pensamento.
A história:

Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:

- Dizem que amanhã vou nascer, mas como é que vou viver lá, sendo assim, tão pequena e indefesa?
E Deus falou:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um muito especial para ti. Esse Anjo já está a tua espera e tomará conta de ti.
A criança, curiosa, continuou:
- Mas, diga-me uma coisa, aqui no céu eu não faço nada, a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz...como será lá na Terra?
- O teu Anjo irá cantar e sorrir para ti a cada dia, a cada instante, sentirás o seu amor e serás feliz.
- E como eu vou entender, quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas da Terra falam?
E Deus respondeu:
- Com muita paciência e carinho, seu Anjo vai lhe ensinar a falar.
A criança, preocupada, perguntou também:
- Ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem irá me proteger dos perigos?
Deus, então, respondeu:
- O teu Anjo irá defender-te, mesmo arriscando a sua própria vida.
Nesse momento, havia muita paz no Céu, mas, as vozes da Terra já começavam a ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu carinhosamente a Deus:
- Oh, Deus! Se este é o momento de eu ir para a Terra, por favor, diga-me...qual o nome do meu Anjo?

E Deus respondeu:

- Tu chamarás o seu Anjo de: MÃE !

VERT PRO/AM 2012 Santa Cruz, em Torres Vedras


VERT PRO/AM 2012 Santa Cruz, em Torres Vedras
O calendário estipulado, que ainda pode vir a sofrer ligeiros acertos e alterações, é o seguinte:
31 de julho (terça-feira) – Feminino
1 de agosto (quarta-feira) – Júnior
2 de agosto (quinta-feira) – Dropknee
... 3 de agosto (sexta-feira) – Pro/Am (triagens)
4 de agosto (sábado) – Pro/Am
5 de agosto (domingo) – Finais
As inscrições já estão abertas e prolongam-se até ao próximo dia 24 de julho. As categorias em disputa são quatro: Pro/Am, Júnior, Feminino e Dropknee.
O valor da inscrição é de 15 euros para uma categoria, mas todos os participantes recebem uma t-shirt do evento. Caso haja atletas que queiram entrar numa segunda divisão o valor total da inscrição passa a 20 euros (mas só será entregue uma t-shirt).

A divisão Júnior é -18 anos; para nascidos até 1994, inclusive.

As inscrições podem ser feitas através do email info@vert-mag.com mencionando nome, idade e categoria em que deseja participar. A confirmação da inscrição é feita pela mesma via

Mais MERDA à portuguesa...

Como não sou capaz de ficar indiferente a este tipo de situação, resolvi mostrar mais uma vez o que já foi mostrado na televisão e já foi divulgado no youtube.
Como amo o meu País por tudo o que é, com a mesma força também detesto muitas coisas que cá se passam!
Neste primeiro caso, um exemplo simples de uma tentativa de negócio publico/privado que a lei permite porque quem a faz, assim o quer!
Depois, uma demonstração de como funciona a máfia, a sua guarnição que se senta de manhã no seu emprego privado a envenenar o sistema para tirar lucros maiores, e de tarde, com o cu nos lugares da Assembleia da Republica abre brechas à possibilidade da manhã surgir efeitos.
E de uma forma simples, tudo isto gira no sentido dos bolsos dessa gente... A mentira enche esses bolsos e atinge o País da sua forma mais drástica levando à pobreza do seu povo, gerando dificuldades de vida, muitas quais levando a actos de desespero, aumento da criminalidade e muitos mais factores que vamos todos presenciar a cada dia que passa...
Em qualquer País em que o povo tenha palavra, os criminosos vão presos e em alguns desses países, o acto de crime contra esse mesmo País pode levar uma punição maior, que apenas Deus pode perdoar e as armas apressam esse encontro.
Digo eu...

E dizia Salazar: "As liberdades ilimitadas destroem-se a si próprias."
Depois de reflectir sobre isto, vejo a liberdade trazida de 1974 fazer depender o povo de uma escravidão monetária e social, sem fim... deles, oportunistas sanguessugas a quem chamamos senhores!
Poderia eu pedir ao senhor P. o chefão maior que mudasse isto, mas ... a mesa é a mesma, só mudam os pratos.
Deixo uma foto que deixará muitos de vós a pensar, valeu a pena?


Acidentes de automóveis e os problemas das seguradoras




Assunto de hoje é no mínimo de interesse geral.
Talvez nunca lhe tenha acontecido e provavelmente já deve ter escutado alguém a comentar que a companhia de seguros não quer pagar o valor de reparação por este ultrapassar o valor venal da viatura.
Algumas questões como: A companhia de seguros só lhe dá algumas centenas de euros pelo seu carro e declarou-o como perda total? Dizem-lhe que vai ter de aceitar o valor venal e ficar sem carro?
Se não teve culpa no acidente, então leia este artigo e saiba como reclamar os seus direitos.

A falta de informação acerca deste assunto, acaba por impedir que seja feita a devida justiça e, na maioria das vezes, conduz à aceitação do que é dito e estipulado pela companhia de seguros.
Lembre-se do seguinte, o seu carro, seja ele qual for, vale o que o mercado estiver disposto a pagar por ele. Existem algumas empresas no mercado que dispõem de ferramentas que estabelecem cotações de carros usados e esta é uma das informações que vai necessitar quando tiver que levar o caso para tribunal. Sim, porque a resolução por valor venal resolve-se em tribunal, nunca se consegue resolver ao telefone com o funcionário da companhia de seguros. Mais à frente iremos explicar tudo com mais detalhe e com recurso a casos reais.
Vamos então simular um acidente e segui-lo passo a passo para que saiba o que fazer se um dia lhe acontecer um acidente semelhante.



1.º Passo - Momento do acidente


Foi envolvido num acidente sem feridos e o seu automóvel ficou muito danificado. É importante salientar que a culpa do acidente não é sua. Prepare-se para um doloroso caminho para reclamar o que é seu.


2.º Passo - O que fazer no local do acidente?


Deve imediatamente verificar se existem feridos e chamar as unidades de emergência médica. Sinalizar correctamente o local, colocando o triângulo, vestir o colete reflector e tomar as previdências de segurança necessárias para com os restantes ocupastes da viatura.
De seguida há que identificar o culpado e não deixar alterar a posição dos veículos. Se tiver um telemovel com maquina fotográfica, fotografe o acidente de vários ângulos.
Procure por testemunhas, antes de chamar a policia, peça os seus nomes e contactos, vão ser fundamentais mais adiante. Faça o impossível para não deixar fugir os testemunhas.
No caso de o culpado assumir a culpa do acidente, então deverá proceder ao preenchimento da declaração amigável. Solicite os documentos da viatura e a carta verde do culpado para ter a certeza que todos os dados estão correctos. À mínima dúvida chame a policia para tomar conta da ocorrência. Nunca facilite nesta fase do processo, pois pode sarar-lhe bem caro no futuro.



3.º Passo - Reclamar a reparação


Repare, o seu carro está muito danificado e não pode circular. Chame a assistência em viagem ou um serviço de reboque. Mande transportar a sua viatura para um concessionário oficial da marca ou uma oficina da sua confiança e aguarde pelo recibo do reboque.
Os próximos dias vão ser determinantes para os passos seguintes. O seu automóvel vai ser submetido a uma peritagem e orçamentarão da reparação. É precisamente neste ponto que os problemas começam. O seu carro tem 10 anos e um valor de mercado de usados a rondar os 5000€ e a reparação fica por 6500€. A companhia de seguros vai querer pagar o valor venal e oferece-lhe 1500€ pelo seu carro.
Com este valor você já mais conseguirá comprar um carro igual e em condições semelhantes. O acto de injustiça começa aqui. Embora irónico, não pediu a ninguém para ser albardado por outro carro, possuía um que valia os 5000 euros e de um momento para o outro destruíram-lhe a sua propriedade e querem pagar-lhe menos de metade do real valor do seu carro. Só há uma palavra para definir esta situação: Injustiça. E quando há falta de justiça, o caminho certo são os tribunais. Mas, se o caminho for os tribunais, então terá de tomar outras medidas, vamos explica-las mais à frente.



4.º Passo - Preparação Prévia


No momento em que reclama a peritagem do seu veiculo deve enviar por fax ou por e-mail um pedido de veículo de substituição. É provável que esse pedido venha a ser recusado pela companhia de seguros. Em boa verdade, elas não recusam o pedido, só atrasam a resposta semana após semana. Se assim for, dirija-se a um rent-a-car e alugue um veículo de categoria igual ao seu, muito importante, guarde todas as facturas. Porém, terá de provar em tribunal que o veículo é essencial para o desempenho da sua profissão e para as suas tarefas de mobilidade familiar. A factura do rent-a-car é para juntar à do reboque e as outras mais que serão reclamadas em tribunal… com os respectivos juros. Assim, quantos mais anos passarem para a resolução do processo, mais juros se somam.
Se o concessionário oficial da marca der o carro como irrecuperável não há muito a fazer nessa matéria de reparação. No entanto, se o problema está no custo da reparação, pode sempre procurar orçamentos mais baixos que se situem no valor de mercado do seu carro. Pode até aceitar um orçamento mias baixo com peças mais baratas que as peças de origem, desde que não comprometam a sua segurança e a dos que transporta.



5.º Passo - A "LEI" da companhia de seguros


Independentemente da obtenção de orçamentos mais baixos, a seguradora não vai querer pagar e vai certamente tentar dar o seu carro como perda total. Baseiam-se na decisão da peritagem. Nunca se esqueça que os peritos trabalham para as companhias de seguros e são realmente peritos a defender que lhes paga e você não se encontra na lista de clientes. Contudo, nunca se intimide com o que diz o perito. Lembre-se que os peritos são meros criados das companhias de seguros e raramente são considerados pelos juízes em tribunal. Isto acontece porque os magistrados danem da parcialidade dos peritos.
Se recusar a proposta que a seguradora lhe vai fazer, é provável que vá ouvir algumas ameaças veladas do outro lado da linha e algumas lições sobre o Decreto-Lei 291/07 e muitos mais, como forma de o dissuadirem a ir mais adiante. No entanto, este mesmo Decreto-Lei está repleto de deveres para com as companhias de seguros e que nem todas cumprem conforme o decretado. Isto posto, tudo o que a companhia não quer é a ida a tribunal.
Perante este quadro, está na hora de procurar um advogado. A partir deste momento todos os danos pessoais, morais, psicológicos, patrimoniais, lucros cessantes, etc., são para contabilizar e juntar ao respectivo pedido de indeminização. Assim, a recusa da companhia de seguros em devolver-lhe um veículo idêntico ao que tinha antes do acidente começa a contar euros a partir daqui. E já não se trata só da viatura, mas sim, a sua vida alterada e prejudicada que vai a tribunal. Existe um culpado que ao abrigo de uma apólice de seguro, transferiu a sua responsabilidade para uma companhia de seguros que por sua vez se recusou a assumir essa culpa e disponibiliza um valor medíocre para o ressarcir dos danos causados.
A lei diz simplesmente o seguinte: “O valor venal do veículo antes do sinistro corresponde ao seu valor de substituição no momento anterior ao acidente”. Uma das fontes onde pode recorrer para valor venal de viaturas usadas é o INE.



6.º Passo – Casos Reais


Existem muitos casos de pessoas que ao acharem-se injustiçadas decidiram levar os casos para o tribunal.
Um Acórdão do Tribunal de Coimbra proferido em 2008 demonstra factos bem diferentes do que as seguradoras contam aos sinistrados. A companhia de seguros ofereceu 750€ alegando que a restituição “ in integro” era excessivamente onerosa porque a reparação se situava nos 2995 euros. O reclamante não aceitou. O tribunal de primeira instância condenou a companhia de seguros a pagar respondendo desta forma: “se a seguradora não quer a reparação in natura, <>”.
O Supremo Tribunal de Justiça já tinha anteriormente recusado as alegações da companhia de seguros com o seguinte texto: “o entendimento no sentido de não ser aconselhável a reparação quando o custo desta é superior ao valor comercial do veículo é válido é válido apenas quando o veículo danificado é novo ou a reparação não garanta a restituição do lesado à situação anterior. Em todo o caso, salvo melhor opinião, esse entendimento não pode servir para, em beneficio do responsável, não restituir o lesado à situação que teria se não fosse a lesão. Um veículo muito usado fica desvalorizado e vale pouco dinheiro, mas, mesmo assim, pode satisfazer as necessidades do dono, enquanto a quantia, muitas vezes irrisória, equivalente ao seu valor comercial pode não conduzir à satisfação dessas mesmas necessidades, o que é o mesmo que dizer que pode não reconstituir a situação que o lesado teria não fossem os danos. (…) A excessiva onerosidade, diga-se, não pode resultar apenas da circunstância de a reparação custar mais que o valor comercial, antes tem de ser aferida também em função da situação económica do devedor, e é evidente que não há nenhuma companhia de seguros que não possa suportar o custo de reparação em causa”.
Nesta decisão do Tribunal da Relação de Coimbra, a seguradora, pagou o valor da reparação com os respectivos juros a contarem desde a data do acidente, pagou o valor do carro de substituição que se recusou a dar ao lesado e danos patrimoniais resultantes de lucros cessantes na actividade comercial em que o lesado e a esposa trabalhavam e que garantiam o seu sustento.


Um outro caso resolvido pelo Tribunal da Relação do Porto em 2011 em que a lesada não aceitou as condições da companhia de seguros e reclamou 6033 euros de reparação do veículo, 1056 euros por perdas salariais, 1500 euros de danos não patrimoniais, 1000 euros por privação de uso do veículo e 27000 euros de danos biológicos e 4000 euros de dano estético, tudo isto acrescido de juros legais até ao efectivo e integral pagamento. A companhia de seguros queria pagar à lesada 1200 euros de valor venal.
A companhia de seguros invoca o artigo 20º do Decreto-Lei 83/2006 que diz o seguinte: “De acordo com tal normativo, a indeminização por perda total é cumprida em dinheiro quando, como no caso dos autos, o valor de reparação e salvados seja superior a 100% do valor venal do veículo, calculado com base no valor de venda no mercado no momento anterior ao acidente e o valor de indeminização por perda total é determinado com base no valor do veículo, calculando nos termos do número anterior. No caso dos autos, o valor de reparação era de 6033 euros ultrapassando 500% o valor venal do veículo à data do acidente. Daí que, face à matéria de facto dada como provada, a recorrente só esteja obrigada a pagar a referida quantia de 1200 euros a este título”.
O Tribunal respondeu de forma diferente. Não atendeu ao decreto-lei e remeteu para o Código Civil, referindo: “A reparação natural, se for possível, pode ocorrer através da entrega de um bem idêntico ou através da entrega de valor equivalente, que possibilite a reparação ou restauração do bem danificado. Na verdade, o que revela, neste apuramento, é o interesse do lesado e não o do lesante, já que está em causa determinar a forma pela qual se deve reconstituir a situação que existiria, se não tivesse verificado o evento que obriga à reparação (artigo 562.º do Código Civil).
Este entendimento expressa, no fundo, uma realidade da vida de todos conhecida, ou seja, o parâmetro para aferir do valor do custo da reparação, que indemnize integralmente o dano, nos termos previstos na lei, e que dê cabal sentido ao princípio da diferença previsto no artigo 566.º, n.º2 do Código Civil, seguramente enformado do princípio transversal da boa-fé, é o de que o valor do bem danificado tem de ser aferido no contexto do património do lesado, atendendo-se ao valor de uso e às utilidades que o mesmo extraía do bem (que alguns denominavam valor patrimonial), o que, em regra, se distancia, para mais, do mero valor do bem. Por ser assim, a aferição da excessiva onerosidade não pode apenas ficar dependente da mera comparação numérica.
Não o tendo demonstrado, nem sequer alegado ou provado que com o valor venal do veículo, o lesado poderia adquirir outro veículo idêntico para a mesma finalidade, assiste ao lesado o direito de ser indemnizado pelo valor de reparação, por ser o único que, face à prova dos autos, lhe permite ser investido na situação anterior ao evento lesivo, através da reparação do veículo, em conformidade com o disposto nos artigos 562.º 566.º do Código Civil”.
Com esta decisão do Tribunal da Relação, a companhia de seguros não conseguiu os seus intentos de pagar apenas o valor venal.

Concluindo, estes dois exemplos, que fazem jurisprudência, e outros mais, a injustiça só avança se o leitor se deixar manipular em momentos importantes do processo. Não aceite tudo como se de uma verdade se tratasse. A provar estão os dois casos que apresentamos. O valor venal e perda total são figuras que têm validade desde que as queira aceitar. Servem também para evitar esquemas de aproveitamento por parte de pessoas sem qualquer tipo de princípio ético que tentam lesar as seguradoras. No entanto, se estiver agir de boa-fé, será muito difícil destruírem o valor do seu património, se não tiver contribuído em nada para esse acontecimento.


Fonte:http://automoveis-online.com/noticias/juridica/item/595-toda-a-verdade-as-seguradores-n%C3%A3o-querem-que-voc%C3%AA-saiba-mas-n%C3%B3s-queremos

Máfia Portuguesa


Alpista (alpiste)


Pensam que alpista é comida só para canários, estão enganados, é um alimento ideal para quem quer emagrecer, ajuda a recuperar lesões, ajuda a manter o corpo saudável e ainda o protege de vários perigos!

"É muito rico  em fibras, que ajudam o bom funcionamento do intestino e a eliminação das toxinas, principalmente as gorduras do corpo.
Suas enzimas também tem outras funções como: anti-inflamatórias, regeneradoras de função pancreática, regeneradoras da função hepática, redutoras de hipertensão arterial!


Remédio natural ideal para tirar a inflamação de certos órgãos internos como o fígado, rins e pâncreas.
É perfeito para quem tem diabetes.
Elimina edemas e trata as retenções de líquido.
Depurativo do sangue, previne as placas de ateroma, aquelas que obstruem as artérias e veias. Previne arteriosclerose.
Aumenta o tônus muscular, é perfeita pra quem quer ganhar massa muscular.
Trata cistitis.
É rico em Lipasa, uma enzima que ajuda a eliminar o colesterol do sangue.
Excelente fonte de anti oxidantes, que previnem o envelhecimento e desgaste prematuro da pele.
É rico em proteínas de alta qualidade, imagina que, umas seis colheres de alpiste tem mais proteínas que dois ou três quilos de carne.
Conclusão: É um alimento perfeito para todos."

Nunca serão! A.Silva vs C.Sonnen

Disse o capitão Nascimento no filme Tropa de Elite e disse o Anderson Silva depois de vencer o primeiro combate com Chael Sonnen. Parece que é mesmo verdade, depois de tanta troca de palavra, com Sonnen a baixar o prestigio do Brasil e do povo brasileiro, usando frases simples mas hipócritas de quem nasce com o rei na barriga!

Parece-me a mim, foi feita justiça neste segundo combate... o spider venceu por tko! Anderson Spider Silva a fazer história novamente e no fim ainda convidou Sonnen para um churrasco lá em casa! Uouh... Magnifico...
O combate:


Relvas

A Universidade Lusíada anulou a matricula do então deputado Miguel Relvas, em 1996, por estar a dever 160.272 escudos (cerca de 800 euros) de propinas.
Relvas tinha-se matriculado em Novembro de 1995 no primeiro ano do curso de Relações Internacionais, mas logo no fim de Janeiro já tinha as propinas em atraso, tendo sido informado por escrito de que a sua inscrição seria cancelada se não pusesse as contas em dia até ao fim do mês.

Um mês e meio depois, a 13 de Março de 1996, os serviços da universidade enviaram-lhe um novo ofício, no qual comunicam que a matrícula foi “anulada dado não ter procedido à liquidação do saldo da conta corrente, no valor de 160.272 escudos”. O documento informa ainda o aluno de que se desejasse voltar a inscrever-se no estabelecimento teria de pagar as propinas em atraso.

A carta em que a universidade comunica a anulação da matrícula consta do processo individual do aluno Miguel Relvas, que o PÚBLICO consultou esta tarde nas instalações da Universidade Lusíada, em Lisboa. Na altura em que se inscreveu no curso de Relações Internacionais, onde não chegou a fazer qualquer exame, Relvas já era deputado há dez anos.

No ano lectivo de 1984/1985 já tinha frequentado o curso de Direito da Universidade Lusíada (então ainda chamada Universidade Livre), tendo sido aprovado, com dez valores, apenas em uma (Ciência Política e Direito Constitucional) das quatro disciplinas do currículo do primeiro ano

No ano seguinte (1985/1986) deixou Direito e matriculou-se em Ciências Históricas, mas não fez nenhuma das sete disciplinas semestrais que correspondiam ao primeiro ano do curso.

Onze anos depois inscreveu-se em Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Lusófona, concluindo o curso de três anos em apenas um ano lectivo. Na Universidade Lusíada não há qualquer registo de que o actual ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares tenha alguma vez requerido um certificado de habilitações que atestasse o facto de ter sido aprovado na disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional.

De acordo com a agência Lusa Relvas no processo do ministro na Universidade Lusófona também não se encontra qualquer prova de que tenha obtido aprovação naquela cadeira.

 fonte:http://www.publico.pt/sociedade/miguel-relvas-ficou-a-dever--800-euros-a-universidade-lusiada-1554175

EU:
Com pessoas assim a governar o país, é claro que chegou ao que está agora!
Culpar os culpados, talvez num outro tipo de democracia!
Lixo que envenena o nosso sangue...

O que o diabo disse...

"When i was born...Devil said : "-Óhh Shit!!!,...Competition..."

"JURO", mãe

"Juro, como português e como militar, guardar e fazer guardar a Constituição e as leis da República, servir as Forças Armadas e cumprir os deveres militares. Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar pela sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida."

Será que a parte de "fazer guardar a Constituição e as leis da República" também estava no juramento de alguns políticos? Ou fizeram «figas»?

Agora imaginem, se alguns que ditaram esta frase pela boca e coração, decidirem levar a coisa à letra...
Não sei se não queremos ver, ou se não conseguimos ver, a realidade e o tempo a escassear... 

Ainda hoje deixei um comentário num outro blog que fala muitas vezes do estado da Nação e se comenta várias vezes tópicos actuais, mas que reparei serem comentados em maior parte por Senhores Veteranos.
Disse :
 "infelizmente eu tenho a dizer isto: é tudo só conversa... ha muitos interesses hoje em dia a dar bons rendimentos a quem alinha neste sistema e o alimenta, nunca dando possibilidade a revoltas... desculpem-me senhores, a minha revolta está limitada ao ponto do que chegou o estado em que vivemos! tudo o que diga ou faça, não passará de pensamento... se mexer um dedo ainda serei acusado de jovem delinquente, se não mexo sou acusado de ser mole.... ou seja, antes é que era mas fostes vós que deixaste chegar a este estado! peço a vossa compreensão, sou jovem e tenho o sangue a ferver de tanta injustiça que vejo!"

Tenho vontade de dizer à minha mãe: 
"-Ai como gostaria de ter sido teu pai."

Paguem...

Ouvi dizer, agora mesmo, que o Tribunal Constitucional declarou inconstitucional o não pagamento dos subsídios de férias e 13º mês aos trabalhadores do estado...
Bomba meus amigos!
Bora, paguem mas é o que devem!

Ora, isto parece haver luz ao fundo do túnel, mas isto pode reverter numa lei, no próximo ano, que retire completamente os subsídios a todos os trabalhadores em Portugal, retirando assim esta ilegalidade por parte do estado! Ou, criarem um imposto\aumentar outro imposto que englobe a quantia referente aos subsídios!

Será que isto será razão a mais um pedido de ajuda?
Será que o dinheiro vai ser "devolvido" a quem lhe foi tirado?
Será que ao se mexer no fogo levará o país à falta de dinheiro para pagamento de ordenados num futuro próximo?
Será que o governo vai entender que o resultado do aumento da austeridade irá resultar num buraco cada vez maior?

E estes pagamentos\hora aos enfermeiros, uma recessão a nível financeiro e profissional...

Veremos...

Snipers e histórias

3 de Julho de 2012
Escola de Fuzileiros, Museu do Fuzileiro, numa visita guiada feita por uma escola do ensino primário\secundário. (nem sei!)
Perguntou o cabo fuzileiro à criançada, "sabem o que isto é?, falando ele de um franco-atirador, mais conhecido pelo termo de "sniper".
Ao qual, um miúdo bastante entusiasmado responde rapidamente "é um camper, um acampado"...
Puxou de mim um sorriso rasgado, cruzando conversas de chat de muitos jogos de guerra, mais propriamente shooters de primeira pessoa, com a realidade e termos próprios.
Interessante no mínimo, porque muito se aprende nestes jogos, desde história do mundo, de guerras, armamento e material...
Neste caso, o termo "camper" significa um jogador num modo online (multiplayer) que pouco se move da sua posição defensiva e ali aguarda que uma vitima se cruze com a linha de tiro para lhe favorecer em mais uns pontos.

Deixo aqui nomes de duas personalidades históricas do que melhor fizeram os snipers: (e atalho para historial)
Vassili Grigoryevich Zaitsev:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Vassili_Zaitsev

Simo Häyhä:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Simo_H%C3%A4yh%C3%A4

O termo "sniper" vem do século 19, da guerra civil americana, em que houve necessidade por parte dos Estados Confederados da América de criar um grupo de atiradores de elite a fim de eliminar oficiais do norte. Foram recrutados caçadores, que tinham por especial habilidade caçar pássaros pequenos e muito rápidos de seu nome "snipe", daí o termo "snipers". Mas o primeiro país a utilizar esta forma de força em seu exercito foi a Alemanha, durante a primeira grande guerra.