o tal artigo dos bois que matam touros

  1. Seguindo o artigo à risca, dentro da nossa lei eu também deveria estar isento porque tem vezes que apanho com cada boi a ..... (o resto já sabem!) dasss

Artigo 9.º
Isenções nas operações internas
Estão isentas do imposto:
(…)
15) As prestações de serviços efectuadas aos respectivos promotores:
(…)
b) Por desportistas e artistas tauromáquicos, actuando quer individualmente
quer integrados em grupos, em competições desportivas e espectáculos
tauromáquicos;



RESPECT

Respeito, admiração, honra, valor, coragem, força, bravura, vida, suor, lágrimas, alegria... são algumas palavras que estão ligadas a estes senhores, os Bombeiros de Portugal.
Sou quem sou, a nível nacional e internacional sei que já contribui bastante para muita coisa boa mas não tenho um impacto de um presidente (também serve de boca) ou de um politico que quando usam da palavra surge uma onda de interesse no ar. Enfim, limito-me ao que posso ou não fazer, e é esta uma das formas, deixar aqui uma homenagem sentida a todos estes soldados da paz, amigos e familiares que vivem incluídos nessa forma de viver para que outros vivam.
BEM HAJAM.

vinte e nove

Hoje faço os meus vinte e nove anos de vida.
Muitas vezes tratado como senhor, divertindo-me como teenager, com a responsabilidade de ser pai, com a adrenalina a correr no sangue faço de tudo um pouco. Ou pouco de tudo o que queria fazer mas...
Cada vez com mais certezas do que quero, hoje quero uma coisa e amanha quero outra! lol
Adoro aqueles meus momentos perfeitos acompanhado por mim próprio, naquela paz de alma que me classifica, relembro os momentos de loucura com amigos cada um mais insano que outro! lool
Festejo alegremente sem festejar, todos estes e aqueles momentos que me rodeiam e pessoas que me ajudam a elaborá-los.
Que belo momento de vida... acho que é isto a que chamam de felicidade!
À Áurea, à Joana, pais, mano, toda família e amigos, todos vós ...
Obrigado.

A crise dos tugas & gadgets (gizmos)

Hoje reparei umas coisas na Costa da Caparica, lojas dos chineses por todo o lado e quando não era chinês, era indiano (ou algo parecido) .... fuck off.... 20h:30min as ruas cheias de franceses e outros bifes quaisquer e apenas alguns restaurantes portugueses abertos, o resto eram estabelecimentos de empresas internacionais tipo pizza hut..... impressionante no mínimo! E eu à procura de uma loja de surf, encontrei duas, que já tinham fechado às 19 horas..... 19h ????? fuck off..... em pleno Agosto, ruas cheias de turistas e lojas fechadas????? vive-se bem de certeza! A crise deve ser num outro país que não este!
Mas também reparei que portugueses nem vê-los .... se começasse ali a guerra eu tava fud***, tinha de me dar bem com ambas as partes, entrar no negocio dos judeus e arranjar mais uma nossa senhora de Fátima!
Mas uns minutos depois encontrei os portugueses, no forum Almada, tudo à chupa do saldo saloio que só engana quem quer! Estava cheio de tugas de queixo levantado, barrigudos de papo cheio, sacos de compras até ao pescoço, na sua felicidade espampanante de quem vive da imagem. Cagões como sempre! E a mulherada com aquele calção da meia nalga até às mamas .... mel .... LOL.
Enfim, não encontrei o que queria, mas comprei algo que já tinha pensado à algum tempo! Um carregador de isqueiro com ligação USB dupla! 1º preço 35 euros, 2º preço 26 euros, 3º preço 7 euros e finalmente encontrei um por 4,99 euros.... tudo isto em prateleiras completamente diferentes e na mesma loja! Fuck off ... queriam-me papar! Agora já posso carregar a minha GOPRO em qualquer lugar, basta ligar com o cabo do sony xperia ao isqueiro do carro, através de adaptador. Sim porque os acessórios GOPRO são caros que se fartam! DASS!!!
Sendo assim, amanha lá irei eu outra vez procurar o cálice sagrado que me mate um vicio! HUHUHUHUHU... e pronto, desabafei...

Paddle - stand up (SUP)

Stand up paddle surf (SUP), stand up paddle boarding ou na língua havaiana, Hoe He'e nalu, é um desporto que se torna a cada dia que passa mais popular em todo o mundo, sendo de origem havaiana. O desporto é uma forma antiga de surf, e ressurgiu como uma maneira de os instrutores de surf administrarem os seus grandes grupos de alunos, pelo facto de estarem de pé na prancha e lhes dar uma maior visibilidade.
Nas ilhas havaianas, por volta de 1960, foi aparecendo de uma forma natural quando os Beach Boys do Waikiki tiravam fotos aos turistas que aprendiam a surfar.
Dando o nome alternativo de Beach Boy Surf ao desporto que falo.
Em Portugal este desporto cresceu bastante nos ultimos anos. Pode-se encontrar em quase todas as escolas de surf. E há campeonatos, onde se pode ver um bom nivel de surf.
Só quero referir que o material é bastante caro, o que é pena porque este desporto tem grande potencialidade.
E há países como o caso do Brasil que facilitam os pagamentos em parcerias sem qualquer custo adicional, o que só trás vantagens.


sobre o amor e outras substâncias

"De repente o amor acabou. Cigarros acesos e copos com uísque sobre a mesa. As palavras eram desnecessárias, a tua embriaguez e o meu estado de torpor dispensavam qualquer outro gesto, nada era mais claro do que o desejo de ir embora. Não era o começo de uma nova história, mas todas as fases atropeladas do nosso caso antigo. Uma garrafa, um cinzeiro e desejos calados ao nosso redor. O amor era veneno, era tortura a cada tragada. O amor naquela noite era insensatez, era passar horas em claro esperando amanhecer, por não saber como sair, não ter para onde ir… Era não aceitar o fim que estava ali escancarado. Nossas mãos estavam distantes e não queriam se entrelaçar; os pensamentos também. Acabou, acabou! O amor em todas as suas substâncias se foi, só para não nos deixar dormir. Era tormento encarar o tic-tac do relógio, e o barulho do meu salto era pesadelo… Era querer acordar da realidade e ao mesmo tempo querer encará-la. Era paradoxo. Nosso amor se dissolveu no conteúdo etílico, virou fumaça nas nossas bocas. 
As únicas coisas que podíamos compartilhar naquele momento eram a mesa de centro e a solidão, tão certa quanto as vinte bitucas que contei enquanto o tempo passava. Um copo se quebra para mexer no silêncio quase intacto. Eu tento juntar os cacos e me corto. Meu dedo sangra. Você se levanta e, sem nada a dizer, prepara outro drink, enquanto eu faço um curativo. O amor corta, e não há o que fazer a não ser esperar a próxima dose. O amor se estilhaça no chão e deixa seu líquido impregnado no tapete que ninguém quer trocar. A nódoa permanecerá ali, os vidros despedaçados também, e eu não vou querer tocar em nada, vou pedir para alguém limpar, dedetizar tudo, tirar o teu amor da minha sala de estar, pensei. Eu queria me retirar dali, mas estava em minha casa. Como me livrar da tua presença? Seria indelicadeza da minha parte te expulsar. Eu desejava te deixar ir quando ninguém acordasse, pois eu sei que passaríamos a noite com os olhos abertos, como se já tivéssemos previamente pactuado isso entre nós; era parte do nosso tácito acordo. Já era quase dia, faltava apenas uma palavra e a coragem de te botar para fora. Adeus era suficiente. 
Subo as escadas, vou ao meu quarto… o amor não estava lá. Nem no banheiro, nem no corredor. Desço até a cozinha, vou até a área de serviço, mas não, o amor não habitava mais nenhum cômodo da minha casa, nem mesmo se escondia. Só havia vestígios nos nossos copos e na minha sala. Ele não queria ficar. Precisava, definitivamente, migrar dali. Mas você continuava no mesmo lugar, deitado no meu sofá, fedendo à tabaco, com a cara inchada e os olhos vermelhos. Seis horas da manhã, já bebemos demais, já nos intoxicamos, ficamos silentes por muito tempo. Ninguém morreu de overdose, porque amor não mata. Um dia apenas deixa de surtir efeito, de tanto que insistimos. Resta-nos a procura por outras drogas, outros vícios, porque sabemos que o nosso sentimento era plenamente substituível, que era droga barata. Então, você calçou os sapatos e nos despedimos com um último brinde, um último trago, a última dose de sentimento que não se ressente. Hoje estamos embriagados, completamente empanturrados de amor amargo. E amanhã, nada mais do que ressaca."
by: Angélica Leal

http://blogangelicaleal.com/

o segredo ( não é o livro! )

Olá, quero falar de algo que me incomoda pessoalmente, de uma maneira que talvez me sinta culpado por saber que acontece e ao mesmo tempo deixo acontecer.
Todos nós temos segredos, nem que sejam pequenos e aconteçam de uma forma natural porque simplesmente não contamos a ninguém o que fizemos e ao mesmo tempo também não o escondemos, acontece naturalmente como referi.... mas e será que a isto se pode classificar como segredo?
Numa forma de culpa, sim posso classificar e então decido contar a alguém, um amigo ou familiar, no meio de uma conversa ou numa actividade qualquer!
Mas também posso achar que não, não é algo com importância suficiente para que a sua divulgação seja necessária e nem existirá um sentimento de culpa suficiente ou relevante!
Onde quero chegar é algo que nos escapa por naturalidade, o efeito big brother.
Num dia destes, conversava com alguém que se queixava de algumas coisas que aconteciam no seu perfil de facebook, twitter, mails e etc... ao que levou-me a responder: "-Porque tens tanta merda?"
Acho que as pessoas querem tanto andar na moda e convencerem-se que tem valor ou chamar a atenção, que passam a ser mais um peão da sociedade em que tudo é divulgado, cyber lixo digo eu.... e eu, também o faço um pouco, serve para mim este texto, até numa forma de auto-critica! Ao escrever e voltar a ler, irei aperceber-me de coisas que não tenho noção do seu valor, vou entender melhor onde erro ... digo eu!
No fim, noto que a passagem de informação é importante para todos aprendermos com erros uns dos outros, mas que há demasiado lixo, isso há!
Criam os seus próprios big brothers ao ponto de não conseguirem sair deles!
O segredo é a alma do negócio e é o que dá valor às coisas!